quarta-feira, 25 de julho de 2012

Um grito de medo


Estou com medo.


Estou com medo de recomeçar. O futuro me apresenta como uma estrada sinistra, com curvas perigosas e retas mortais. Não sei o que fazer, porque o medo está bloqueando minha mente. Meu corpo está cansado, porque sinto que caminhei muito e estou morrendo na praia.

Senhor, não me deixe fraquejar, porque até hoje fui uma mulher forte. Venci todas as batalhas que me foram apresentadas pela vida, mas agora estou com medo. Medo de fracassar, medo de não achar forças, medo de não achar saída para os obstáculos que virão a mim.

Muitas pessoas dependem de mim, não sou única nesta caminhada, e isto torna minha cruz ainda mais pesada. Sinto vergonha de ter medo, mas hoje criei coragem para admiti-lo, e agora que admiti, não sei o que fazer, como agir, nem como pensar, porque até pensar dói... Uma dor interior muito grande.

Ao olhar pela minha janela, sinto que a vida continua, independente da minha dor, independente do meu medo, e sinto que sou somente um grãozinho de areia nesta grande praia da vida.  As areias da vida tornam as passadas cansadas.

Acredito que chegou a hora de prostrar os joelhos ao chão e pedir luz e força, porque somente o “Homem lá de Cima” pode me iluminar para que eu permaneça sendo luz e guia para meus filhos, meu esposo, meus amigos e familiares.

Senhor, na minha maior humildade, no meu maior momento de agonia, te peço ajuda, te peço forças, porque somente Tu tem Todo o Poder para me ajudar, para me mostrar o caminho da Luz, para que eu possa prosseguir a caminhada, porque sinto que ainda não é hora de interromper a minha caminhada.

Muitos passos ainda terei que dar para me sentir realizada, para sentir que cumpri minha missão na terra. Deus, me ajude, me conceda aquela força que sempre tive, meus poderes de Agda, porque, mesmo nas adversidades, sempre achei “aquele jeitinho brasileiro” e contornei todos meus obstáculos.

Sempre nas minhas vitórias eu soube olhar pra trás e às vezes me surpreender pelo tamanho das passadas, então porque agora estou com medo de dar um pulinho? Onde perdi minhas forças? Onde minha luz se apagou?  Não, Senhor, não deixe minha “lamparina” se apagar, porque, até a menor luz pode iluminar a caminhada quando o caminho está em trevas.

Senhor, espero que a centelha da Tua Grande Luz reacenda a minha pequena lamparina, porque sem a Sua Luz Guia meu caminho fica em trevas, e eu dependendo pelo menos de uma pequena Luz Tua para reacender a chama da minha fé e da minha esperança.

Preciso de esperança, e para ter esperança eu preciso de fé, e para vir esta fé eu preciso abrir novamente meu coração para que Tu possa entrar e guiar meu caminho, como tem feito até agora. Sinto que ainda não é o momento da minha luz se apagar, porque ainda QUERO CONTINUAR, quero prosseguir, quero ter riso, saúde, amor e alegria, e pra isto eu preciso da TUA MÃO.

Ó MEU DEUS, faça com que a brisa calma e suave do sopro do Seu Amor entre novamente e eu volte a ser mãe guerreira, esposa forte, amiga fiel, se isto for a TUA VONTADE, porque, na minha pequenez, eu talvez não esteja vendo ou aceitando que é a hora da fragilidade na minha vida, mas eu tenho medo de ser frágil.

Talvez a força maior agora seja exatamente ser pequena, ser dependente total de Tua Ajuda, então, por favor MEU DEUS, me dê forças para que eu suporte ser frágil e pequena, para que eu possa sempre Te Amar e Te Aceitar, e que eu seja forte o suficiente para aceitar a minha pequenez, porque eu tenho que aceitar que “SEJA FEITA A SUA VONTADE”,

Sempre rezei melhor com os dedos, transmitindo o que vai no meu coração pelas teclas do computador, e neste momento eu digito.: Pai Nosso que estais no Céu... e na terra, e próximo a mim, me faça aceitar com sabedoria tudo o que está por vir, e agradecer tudo o que tive até aqui, pois milhões de pessoas nunca tiveram o que tenho e nunca sentirão as alegrias que já senti até aqui.

Obrigado Senhor, pelo que fui, pelo que sou, e pelo que serei no futuro, porque a Ti devo minha vida e minhas vitórias, sem Sua Luz eu não teria chegado aonde cheguei, eu não teria um espírito capaz de aceitar tudo o que virá. Que até as lágrimas que eu venha a derramar seja somente para purificar todo o meu ser, e nunca maldizer as dores e mazelas da vida, porque, além da vida há Deus.

Obrigada Senhor...

 (Um grito de medo, porque estou doente, porque estou saindo da minha vida profissional, porque estou me sentindo sozinha e insegura.)



domingo, 8 de julho de 2012

Nossos filhos nosso amor.


Nossos filhos, nosso amor.

Por um filho cometemos tantas loucuras e tantos desatinos... É a força do sangue? É a força do coração? É a força da mente? Do espírito?... Por ser tão inexplicável, também são inexplicáveis nossas atitudes de mãe. Onde achamos tanta força e garra pra lutar por nossos filhos?

Nosso coração dói e sofre as dores dos nossos filhos, gostaríamos sempre de colher com a mão todas as suas angústias e trazer para nós vivermos com elas e eles viverem “felizes para sempre”. Se isto não é possível, às vezes nos sentimos impotentes por não cobri-los com nosso manto de proteção, e com isto às vezes “abafamos”  nossos filhos e não os deixamos se ramificar e florescer, mas nossas intenções são sempre as melhores.

É muito difícil para uma mãe deixar o filho crescer e “se desmamar”, porque temos medo que eles sofram, que eles chorem, que eles errem, e às vezes colhemos para nós os erros de nossos filhos, e com isto retardam o amadurecimento deles, mas mesmo assim nos sentimos felizes por poder estar colaborando com o seu bem estar.

Mas, se para um filho é difícil “levantar voo”  para o mundo, imagine pra mãe que fica “no galho” só olhando? Dá um vazio danado, uma solidão angustiante, um medo que eles sejam “abatidos”, e constato que não é só o filho que tem que amadurecer nesta nova fase, somos nós mães também que precisamos deste amadurecimento, desta serenidade.

Os filhos veem e vão, e nós permanecemos mães, permanecemos protetoras, fortes e frágeis, mas se o filho der um “pio”, olha nós lá correndo, amparando, consolando, e não conseguimos detectar de onde vem tanta força, tanta garra, tanto amor. Por mais práticas que sejamos, somos movidas por amor quando o tema é “filhos”, pois muitas vezes vivemos a vida deles, as alegrias deles, e esquecemos da nossa própria vida.

Muitas vezes já escondi os erros dos meus filhos, para evitar atritos, para evitar confusão, e intimamente talvez para mostrar a eles que continuo sendo uma super mãe, e com isto esquecendo de cortar o “cordão umbilical”  que me liga aos meus filhos, mas sei que isto não é correto, eles têm que viver as suas próprias vidas, amadurecer, se fortificar para enfrentar o mundo, afinal, não vou “virar pedra”, um dia irei para outro plano, e quando eu for, quem vai cobri-los com o manto da proteção?

Os atritos com noras serão crises de ciúmes? Será rebeldia nossa por nossos filhos terem “nos trocado” por elas?  Será despeito porque agora elas “tomaram”  o nosso lugar? É bem verdade que, às vezes, temos que dar graças a Deus por elas estarem cuidando dos nossos “folgados”?  E o medo é que não estejam cuidando, estejam descuidando da função primordial que é serem felizes.

A todas as mães eu digo.: Ame-os, muito... muito... Mas não vamos nos eliminar como pessoa, como gente... para viver somente em função dos filhos. Procurem ser auto suficiente emocionalmente, para que eles não se sintam tão “carregados”, tão cobrados, procurem ser sempre uma brisa de amor na vida dos filhos, e não um furacão de cobranças, exigências,  choradeiras.

Os filhos vieram para irem-se um dia, e o momento da ida tem que ser tranquilo, para que eles possam ter personalidade para trilhar os caminhos sem o fardo da culpa, para que eles sejam homens e mulheres saudáveis de mente e de coração.
Agda Demétrio


Agda

domingo, 1 de julho de 2012

A maturidade do NÃO


A maturidade do não.
Sabe o que é maturidade? É fazer o que quer, sem se preocupar com “o que vão pensar”, desde que isto não atinja negativamente o próximo.
Passamos boa parte de nossa vida fazendo o que vai agradar a fulano ou beltrano, quando na verdade nós deveríamos viver a própria vida, porque a felicidade, o prazer, a alegria, é vivida pelo EU, e não pelos outros, mas é tão difícil ir contra preceitos que nortearam nossa vida desde o nascimento.
Aprendi isto somente quando passei dos 50 anos, e hoje procuro a “minha alegria”, a “minha realização”, o “meu projeto de vida”, porque já passei da fase de viver a vida do marido, dos filhos, da sociedade,  porque “é bonito” ser assim ou assado.
Hoje já não tenho medo de dar uma virada no guarda roupa ou elaborar uma nova rotina na minha vida, levando-se em conta o meu próprio bem-estar. Já não me sinto constrangida por usar um montão de cremes pra clarear o rosto, a usar unhas desenhadas, ou a descer para o trabalho um pouco mais tarde porque quero curtir um pouco mais meu banho da manhã.
Já não quero correr mais contra o relógio, se já estou na linha descendente da vida (tenho 50 anos e pretendo chegar aos 100), então é hora de apreciar cada momento da minha vida, quero sentir melhor o gosto do café (sem queimar a língua devido à pressa), quero apreciar melhor aquele capítulo do livro sentada no vaso sanitário, quero alongar melhor o corpo na hora de acordar, afinal, 50 anos exige melhores cuidados com o corpo.
Aprendi a dizer NÃO para muitas coisas e muitas pessoas, e estou aprendendo a não ter vergonha ou constrangimento disto. Dizer Não pra aquela pessoa que te olha e te enxerga somente como um cofre, Não pra aquela pessoa que faz seu ouvido de penico. Está na hora para eu começar a viver a minha própria vida.
Mas aprender a dizer NÃO é também uma ciência, não basta somente decidir e... PAM... acontecer, pois é uma decisão difícil, por isto que a maturidade tem que vir munida de certeza. É isto mesmo que eu quero? Quero viver primeiramente em função de mim mesma, ou viver em função dos outros? O que deve vir em primeiro lugar? Eu decidir viver primeiramente em função de mim mesma, porque se eu não me amar incondicionalmente eu não poderei me apaixonar por mim mesma, vou ser sempre a segunda da fila, e eu quero ser a PRIMEIRA.

Agda

sábado, 23 de junho de 2012

Disponibilizando para vendas... Um dos maiores acervos de Manaus... Mais de 1.300 exemplares... livros didáticos, paradidáticos, romances, auto ajuda... de autores brasileiros (como Paulo Coelho... etc) e autores estrangeiros como Augusto Cury, Sidney Sheldon etc... Livros a partir de R$ 1,00...Segue abaixo a lista de titulos para download.

E fotos



local de vendas:
 supermercado ponto certo
rua xingu numero 01
cidade nova 1,manaus am
em frente ao terminal 3 de onibus, atras da drog angelica.
ao lado do sexto DIP.
agdademetrio@gmail.com

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Efeitos Colaterais - Sentimento de Culpa


Sentimento de culpa

O sentimento de culpa é o peso interior, é o sofrimento obtido após reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável por si mesma.

A base deste sentimento, do ponto de vista psicanalítico, é a frustração causada pela distância entre o que não fomos e a imagem criada pelo que deveríamos ser, ou ter feito, ou ter sido.

É bastante concebível que tampouco o sentimento de culpa produzido pela civilização seja percebido como tal, e em grande parte permaneça inconsciente, ou apareça como uma espécie de mal-estar, uma insatisfação, para a qual as pessoas buscam outras motivações.

Quando há a ocorrência da dependência química do filho, a presença do sentimento de culpa se torna uma constante na mãe, e, se mal trabalhado, destrói o emocional da mesma, pois a faz se sentir incompleta, falha e cheia de remorsos.

Situações onde ocorre o sentimento de culpa.:

Eu sempre trabalhei fora, no intuito de proporcionar um futuro melhor para meu filho. Minha infância e adolescência foi muito carente de bens materiais, e não gostaria que meu filho passasse pela mesma situação. E nesta busca do sucesso material não acompanhei o desenvolvimento do meu filho, não procurei saber quem eram seus amigos... E só percebi que algo estava errado, quando ele já era um dependente químico...


Me criei num sistema familiar muito fechado, sem direito de voz e sem liberdade, e não quis este mesmo sistema para meus filhos, porque sempre acreditei que a melhor maneira de ensinar meus filhos a serem auto suficientes  seria deixá-los caminhar com os próprios pés, só que essas passadas livres os levaram para o mundo das drogas.

Criei meu filho no rigor da ordem, no cabresto da obediência, porque acreditava que para melhor educá-lo, seria ensinando-o a ser obediente, educado, sempre “na linha dura”, porque uma boa educação se ensina em casa, só que, na surdina, ele se rebelou de tanta rigidez, e deu seu grito de independência, e a melhor maneira de se rebelar foi consumir drogas.

Procurei sempre ser uma mãe amorosa, moderna, e sempre acreditei que não era prendendo meu filho na barra da minha saia que eu o faria se livrar dos perigos do mundo, só que eu estava errada, e tanta liberdade o levou às drogas, e hoje acredito que, se eu tivesse sido mais vigilante, mais rigorosa, isto não teria acontecido.

Minha timidez nunca me permitiu me sentar e ter um diálogo com meu filho, porque sempre tive vergonha de tomar esta iniciativa, e me acomodava porque achava que, se ele tivesse seu quarto arrumadinho, sua roupa lavada e passada, alimento na hora certa, eu estaria desempenhando meu papel de mãe, e depois que descobri que ele havia se tornado um dependente químico me culpo por isto, porque deveria ter sido mais presente... mais amiga...

Mães, em todos os aspectos que se analisa a dependência química do filho, sempre se acha motivos para se culpar, porém, nunca, em nenhum momento, você o levou “à boca”, nunca lhe acendeu um cigarro de maconha, nunca lhe deu uma cheirada de pó ou uma picada de heroína.

Quer seja uma mãe moderna, rígida, hiper profissional, tímida, não importa, você sempre foi “mãe”, sempre quis o melhor para seu filho, amou-o e educou-o, sempre o colocando em primeiro plano, muitas vezes se anulando em prol da felicidade do filho.

Quando houve a dependência química, foi porque algo além do seu poder se sobrepôs entre seus ensinamentos e a vontade do seu filho, entre seus conselhos e a vontade dele de conhecer “algo diferente”, onde o diálogo com o aliciador foi mais “suave” que suas palavras, onde o “papo”  com o traficante foi mais interessante que o seu papo.

Não foi porque você não soube conversar, não foi porque você não soube vigiar, não foi porque você não soube educar, não foi porque você não soube amar, e sim porque a “curiosidade” dele foi maior que toda sua boa vontade de mãe.

Carregar a cruz do sentimento de culpa não irá lhe ajudar agora, porque este sentimento tolhe sua força, e você precisa dela pra ajudar seu filho, pois se você permanecer com este sentimento negativo, ele lhe tolherá para baixo, e você precisa seguir adiante, ao lado do seu filho, amparando-o, porque sua caminhada está apenas começando, e você deverá se livrar de todo o “peso morto” da culpa.

Você é um ser humano, e, mesmo errando, é buscando acertar, é fazer o melhor, é criar âncoras para proporcionar sempre uma vida melhor para seu filho, e isto é louvável, e mais louvável ainda será quando, ao final de uma caminhada vitoriosa, você olhar para seu filho recuperado, e sentir que a caminhada foi válida, porque o seu filho renasceu para uma nova vida.

Viva em função de uma esperança, tenha fé na caminhada e acredite na força de vontade de seu filho, doe amor, doe carinho, partilhe forças, e acredite que, se você permitir que Deus partilhe sua caminhada, ilumine seus caminhos, a vitória virá, e a vitória será uma declaração tão comum a todos os ex.: “Agradeço a Deus e à minha mãe, que nunca me abandonou e acreditou em mim”.

Substitua o sentimento da culpa pelo sentimento da fé, substitua a angústia pela esperança, a tristeza pela certeza de que tudo dará certo, porque quando acreditamos que “Para Deus nada é impossível” e se ambos, você e seu filho, realmente quiserem que a dependência química seja apenas um rasgo no passado, a vitória virá, e uma nova vida surgirá.

Agda

Osteoporose.


Osteoporose

A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas.

Osteoporose significa osso poroso, ou seja, é a descalcificação progressiva dos ossos que os tornam frágeis.

Os ossos crescem até os 20 anos, a partir daí, a densidade aumenta até os 35 anos e começa a perda de massa progressivamente.

O aparecimento da osteoporose está ligado aos níveis de estrógeno no organismo. O estrógeno – hormônio feminino (nos homens há em menor quantidade) – ajuda a manter  o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea. 

As mulheres são as mais atingidas pela doença, uma  vez que, na menopausa, os níveis de estrógeno caem bruscamente. Com isso, os ossos passam a incorporar menos cálcio (fundamental  na formação do osso), tornando-se mais frágeis. Para cada quatro mulheres, somente um homem desenvolve esta patologia.

Os ossos se modificam ao longo da vida.  O organismo está constantemente fazendo e desfazendo ossos. Esse processo depende de vários fatores como genética, boa nutrição, bons níveis de hormônio e prática regular de exercícios.


Perguntas mais frequentes.

Quem não gosta de leite apresenta maior risco de ter osteoporose ?
Não. Uma das dicas de prevenção da doença é preocupar-se com a ingestão mínima de cálcio necessário para manter os ossos saudáveis. Produtos como.:  Verduras, laticínios e derivados, verduras de folhas escuras (brócolis, espinafre, couve) etc   são ricos em cálcio.

A osteoporose não tem cura e não pode ser tratada?
A osteoporose não tem cura mas pode ser estabilizada, com uma alimentação adequada, exercícios físicos e exposição ao sol por, em média, de 20 a 30 minutos diários, no horário até as 10 da manhã.

Quem tem osteoporose não pode praticar atividade física?
Pelo contrário. Praticar exercícios físicos é essencial. Nesse caso, os exercícios devem ter impacto mínimo. Caminhada é a atividade mais recomendada.

Devo me preocupar com a osteoporose somente após a menopausa?
Não. O nível de cálcio no organismo, de fato, é menor após a menopausa, mas a sua incidência não está ligada a esta fase. Sua prevenção deve ser uma preocupação ao longo da vida.

A osteoporose é uma doença feminina?
Mulheres tem mais osteoporose que os homens, pois tem ossos mais finos e mais leves e apresentam perda óssea importante durante a menopausa. No entanto, homens com deficiência alimentar de cálcio e vitaminas estão sujeitos à doença.

A osteoporose é hereditária?
Não significa que, se o histórico familiar é favorável à osteoporose, todos vão desenvolver a doença, mas deve-se tomar cuidado redobrado na prevenção da doença. A vitamina D é mais eficiente na absorção do cálcio em algumas pessoas do que em outras, e esta característica é hereditária.

Por que a osteoporose é denominada “doença silenciosa”?
Porque ela não causa nenhum sintoma. O diagnóstico para identificar  osteoporose é medir a densidade óssea com auxilio da Densitometria  Óssea, que é um exame rápido e indolor.

Quais os alimentos ricos em cálcio, mais indicados para prevenção da osteoporose?
- Leite e derivados como queijos e iogurtes,
- Verduras de folhas escuras, como brócolis, espinafre e couve.
- Carnes magras como frango sem pele.
- Sucos de frutas frescas.
- Peixes.

Quais os cuidados mais elementares?
- Exame oftalmológico regular.
- Exponha-se ao sol de forma moderada. Os raios ultravioleta sobre a pele  estimulam a produção de vitamina D, fundamental para a absorção do cálcio pelo organismo.
- Não fume e evite o consumo excessivo de álcool.

Qual a diferença entre Osteoporose e Osteopenia?
A osteoporose apresenta uma perda de massa óssea acima de 2,5 desvio de padrões de uma curva de normalidade e a osteopenia em grau preocupante porém menor que 2,5. Popularmente falando, é o primeiro estágio para a osteoporose.

 Osteoporose dói?
Não. Mas as fraturas sim.


Material pesquisado no Google.

Agente da Pastoral da Sobriedade
Participante do Grupo Esperança Viva
Agda

Efeitos colaterais - Insônia


Efeitos colaterais  da droga na família

Insônia

Junto com a dependência química, efeitos colaterais contaminam a família, e são esses efeitos que temos que combatê-los, ou amenizá-los, para a sanidade de todos.
1)       Insônia
2)      Estresse
3)      Sentimento de culpa
4)       Depressão
5)      Hipertensão
6)      Baixa auto estima
7)      Queda da imunidade
8)      AVC


Insônia


A insônia é a variação do tempo de sono necessário e suficiente para cada indivíduo sentir-se bem e ter um bom desempenho no dia seguinte. Às vezes a insônia é um sintoma depressivo e cederá quando os sintomas da depressão findar.
A insônia é a dificuldade de adormecer ou de permanecer dormindo ao longo da noite, e afeta o humor, prejudica a capacidade de trabalho e atinge a saúde. Dormir mal é sinônimo de viver mal.

 Os médicos precisam traçar um perfil da insônia de cada paciente antes de indicar um tratamento, por isso fazem perguntas sobre o tempo de evolução do problema, para saber se é aguda ou crônica, a frequência dos sintomas, a causa e a intensidade para saber se é leve, moderada ou grave.

Um dos exames mais solicitados é a polissonografia, uma espécie de radiografia do sono. O paciente dorme no hospital monitorado por sensores para avaliar as fases do sono e se tem doenças que afetam o descanso.

Especialistas indicam uma nova receita para o tratamento da insônia, problema que atinge 20 milhões de pessoas no Brasil. Assistir à televisão, ficar no computador, ver o e-mail, andar pela casa ou rolar na cama e ficar à espera do sono… Estes são comportamento normais para quem sofre de insônia.

Identificar estes sinais e sintomas da insonia pode ajudar você a perceber o seu problema e a começar a resolver o problema de não conseguir dormir.

Depois de descobrir que sofre de insonias tem de tomar passos para resolver o problema.

Deve evitar começar a utilizar fármacos para conseguir dormir pois a sua dependência acontece com muita rapidez.


Roteiro para um Bom Sono

Existem vários passos que pode tomar para se livrar da insonia e ter um sono normal. Conheça algumas recomendações da terapia cognitivo comportamental.
Esta terapia contra a insonia ajuda as pessoas a resolverem o seu problema de uma forma natural e sem remédios.

Você pode melhorar o seu sono e fazer a insonia desaparecer com alguns hábitos, e sem medicamentos ou fármacos! Isso é possível fazer e ao mesmo tempo vai aumentar a sua qualidade de vida.


Aqui estão os passos para um bom sono:


Dicas para uma boa noite de sono.


1º.) Respirar profundamente, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, e relaxar cada parte do corpo até sentir-se muito pesado. 

2º.) Sentir seus membros inferiores e superiores, a começar pelas extremidades, e ir seguindo os membros, acompanhando toda sua extensão, lentamente.

3º.) Contagem de carneirinho. A necessidade de não perder a contagem numérica dos carneirinhos desvia o foco de atenção do problema que está causando a perda do sono.

4º.) Mentalização de belas imagens. A beleza da mentalização relaxa os músculos, trazendo serenidade ao corpo.

5º.) Chás naturais, para ingestão de forma tranquila, momentos antes de deitar.

6º.) Não se alimentar de comidas pesadas antes de dormir (Feijoada, vatapá, etc)

7º.) Nunca pensar que não pode dormir – isso reforça a sua insônia.

8º.) Anotar os afazeres do dia seguinte em agenda ou qualquer papel evitando assim pensar neles ao deitar-se.

9º.) Procurar deitar-se e levantar-se todos os dias no mesmo horário.

10º.) Fazer alongamentos, tencionar e flexionar os músculos várias vezes , assim com respirar profundamente antes de ir para a cama.

11º.) Se possível ouvir um pouco de música suave.

12º.) Tomar banho com água morna e se possível prover uma massagem de dormir.

13º.) Fazer exercícios com regularidade – nunca antes de dormir.

14º.) Ambiente sem ruído excessivo.

15º.) as condições do colchão e travesseiros e a influência do companheiro de cama

16º.)Nunca brigar com o sono, se não dormiu depois de no máximo 30 minutos, levantar-se e entreter-se com algum atividade calma como a leitura

17º.) Evitar o café após as 16:00hs e demais produtos estimulantes – excitantes.



Medicamentos para insônia

A recomendação é que os remédios para a insônia apresentem baixo risco de dependência e que sejam tirados aos poucos. Muitas pessoas tomam remédios para a insônia indevidamente e ficam dependentes passado algum tempo.
O problema da dependência de remédios e medicamentos para a insônia é que as doses dos medicamentos tem de ser aumentadas ao longo do tempo para ter o mesmo efeito  para o paciente conseguir adormecer. Assim o melhor é fazer um tratamento contra a insônia sem medicamentos ou remédios.
A insônia é um problema que lhe vai dar mais stress e diminuir a sua qualidade de vida e saúde, quanto mais rápido começar a tratar do problema, melhor é.







Atenção.
Dormir mal está relacionado a diabete tipo 2, altos níveis de estresse, ansiedade profunda,  entre outros males.

Durma
Pra começar, é preciso ter a consciência de que ter um dia equilibrado e produtivo começa com uma noite bem dormida. A falta de sono é uma das principais causas de irritação e estresse no dia a dia.


Durma de verdade
Algumas pessoas mesmo após dormir uma noite inteira, acordam cansadas e sem energia. Por que isso acontece? Simplesmente porque a qualidade do sono é mais importante do que a quantidade de sono. Nosso cérebro precisa de pelo menos 4 ciclos de 90 minutos para ficar completamente descansado. Cada ciclo vai do relaxar e conseguir chegar ao estado REM mais facilmente é procurar relaxar pelo menos uma hora antes de dormir.

Material pesquisado no Google.

Agente da Pastoral da Sobriedade
Participante do Grupo Esperança Viva
Agda